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quinta-feira, 15 de dezembro de 2011

Lutar contra a SIDA




Na 4ª feira, 7 de dezembro, pelas 9h45, a turma D do 8º ano atuou no pátio da escola; no âmbito da Comemoração do Dia Internacional da Luta Contra a SIDA;
Envergando T-shirts por eles criadas, os alunos manifestaram-se ao som de músicas de Freddie Mercury (e dos Queen) e fizeram passar mensagens relativamente à infeção VIH/SIDA.
- A SIDA não escolha idade, classe social ou sexo.
- Se tem dúvidas, faça o teste!
- Primeiro a proteção, depois a diversão.
- A SIDA não se transmite através de contactos sociais: apertos de mão, beijos e abraços.
Um trabalho preparado em Teatro ( Prof. Fátima Pinto) e Formação Cívica(Prof. Emiltina Matos) e no qual os alunos muito se empenharam.

sexta-feira, 18 de novembro de 2011

Sessão sobre infeções sexualmente transmissíveis




No dia 11 de novembro, pelas 12h30, teve lugar uma sessão de informação e sensibilização sobre IST. Foi dinamizada pela saúde escolar, em articulação com a educação para a saúde e realizou-se na casa rural.


O enfermeiro Alexandre Alves fez uma apresentação das principais infeções de transmissão sexual, alertando para os agentes, formas de transmissão, medidas preventivas e sublinhando os números de infetados no país, na Europa e no mundo.


A psicóloga Rita Moreno apresentou diversas atividades que podem ser realizadas em contexto de aula, tendo em vista o desenvolvimento de competências relacionais. Indicou ainda bibliografia adequada para professores e alunos na área da sexualidade. Disponibilizou-se também para, em conjunto com os restantes profissionais da área da saúde, realizar sessões de informação e sensibilização sobre o tema junto dos alunos e dos encarregados de educação.


Procederemos em breve à apresentação de propostas a concretizar no 2º e 3º período, dando continuidade ao trabalho articulado entre a escola e a unidade de saúde pública cuja disponibilidade agradecemos.


Profª Emiltina Matos

sexta-feira, 10 de junho de 2011

Deixemos o Sexo em Paz


No dia 25 de Maio cerca de 180 alunos da nossa escola foram ao teatro assistir à peça “ Deixemos o sexo em paz”, uma comédia sobre coisas sérias.

É uma peça que tenta “desmontar o ridículo e a pomposidade de situações, resultantes do desconforto e da incomodidade de como a maior parte dos adultos trata e vê o sexo. A actriz Maria Paulos interpretou 21 personagens referindo-se a temas como: “Os pais e o sexo”, “A minha primeira experiência sexual”, “O aborto”, “A menstruação”, “Lição de orgasmo”, “Toda a verdade sobre os homens”, “Os rapazes e as suas inseguranças”, etc. chamando a atenção para a importância que tem uma sexualidade bem vivida em liberdade e responsabilidade individuais. Estes foram alguns comentários dos alunos: “ o ponto mais alto da peça foi quando a actriz mudou constantemente de registo passando do modo humorístico para um registo sério para também pensarmos nas consequências dos nossos actos”; “ acredito que a peça teve um impacto interessante, na medida em que, a maneira como foi transmitida a informação foi muito bem conseguido, com piadas que relatavam o verdadeiro tabu que o sexo pode ser”. Balanço? Valeu a pena!


Professora Ana Morais a partir de depoimentos dos alunos do 11º ano

quarta-feira, 23 de março de 2011

Educar para prevenir

No âmbito do projecto de Educação Sexual da turma B do 12º ano, realizou-se uma palestra sobre métodos contracetivos, organizada por alunos da turma. A apresentação foi realizada em Área de Projecto, orientada pela professora Emiltina e destinou-se a esclarecer e provocar um debate em torno desta questão pertinente para o nível etário dos alunos do ensino secundário.

Os organizadores apresentaram os diversos métodos contracetivos, referindo os seus aspectos positivos e negativos, tanto na eficácia e fiabilidade, como nos efeitos colaterais para a saúde dos que os utilizam.

Para exemplificarem com maior precisão, apresentaram alguns artefactos utilizados para prevenir uma gravidez não desejada, explicando a sua aplicação e os cuidados a seguir na sua aplicação e uso.


Ainda foram colocadas dúvidas e alguns pedidos de esclarecimento... E viemo-nos embora.

sexta-feira, 7 de janeiro de 2011

Haverá necessidade de Educação Sexual nas escolas?


Neste ensaio, discute-se a necessidade de existir Educação Sexual nas escolas. A posição tomada é a de que sim deve existir.
O primeiro motivo pelo qual eu defendo a Educação Sexual nas escolas é o facto dos jovens terem receios durante a puberdade. As alterações físicas que acontecem nesta idade deixam alguns jovens inseguros e com dúvidas. Dúvidas estas que podem ser abordadas nas aulas de Educação Sexual, afastando os sentimentos sentidos pelos alunos.
Outro aspecto são os riscos que os jovens podem correr, nomeadamente, na primeira relação sexual. Esta relação é, por vezes, encarada pelos jovens como um desafio fazendo desta uma relação não programada/planeada. Não sendo planeada pode-se supor que não haverá uso de contraceptivos, o que aumenta as hipóteses de contraírem IST’s (Infecções Sexualmente Transmissíveis) ou de existir uma gravidez não-desejada. A Educação Sexual pode alertar os jovens para os problemas de uma vida sexualmente activa e incentivar o uso de contraceptivos.
O último aspecto que quero referir é a gravidez não-desejada. As jovens engravidam, ficam “com uma vida nas mãos” e isto acarreta sérias responsabilidades. Mais uma vez, a Educação Sexual deve sensibilizar os jovens, neste caso especialmente as raparigas, a se prevenirem quando tiverem uma relação sexual.
Ainda assim, os meus argumentos não respondem ao papel dos pais e faz dos jovens ingénuos. Os pais têm, com certeza, mais experiência do que os filhos e podem ajudar a esclarecer alguns problemas porque têm maior intimidade/proximidade com eles. Por este motivo, considero até que a Educação Sexual deve começar em casa. Mas os pais podem não ter algumas das qualificações para falar sobre sexualidade. Quanto aos jovens, não são ingénuos, mas também se pode dizer que alguns deles não medem os riscos que correm, neste caso, relativos à sexualidade. Também há pessoas que defendem que não é necessário Educação Sexual ou que esta seja somente facultativa. Afirmam que os tabus impostos pela sociedade não permitiririam falar sobre sexo aos alunos. Por isso, deve-se apostar na formação de professores para estes ganharem conhecimentos e experiência para lidar com qualquer tipo de situação que possa acontecer nas aulas relativas à sexualidade.
A Educação Sexual também pode chocar com ideias impostas pela religião. Se a religião fosse um obstáculo, provavelmente não haveria o uso de contraceptivos. Daí que a Educação Sexual seja necessária: para atenuar as ideias religiosas incutidas nos alunos e que estes tenham hábitos mais saudáveis (que evitem IST’s). Por outro lado, a disciplina de Ciências Naturais (ou Biologia) está encarregue de falar sobre o aparelho reprodutor e outros temas. Mas a Educação Sexual, com uma abordagem diferente e não sendo teórica, poderá ser uma opção viável. A Filosofia deve ajudar a compreender/discutir as normas morais e os valores de uma relação.
Assim, concluo que a Educação Sexual é importante nas escolas pois pode tirar algumas dúvidas aos alunos e, principalmente, preveni-los para os riscos que correm em relações sexuais quando não usam métodos contraceptivos (IST’s e gravidez não-desejada).

Tiago Ferreira 11º C , Dezembro 2010