Mostrar mensagens com a etiqueta colóquios. Mostrar todas as mensagens
Mostrar mensagens com a etiqueta colóquios. Mostrar todas as mensagens

quarta-feira, 6 de março de 2013

As zonas polares na Casa Rural



No próximo dia 13 de março, pelas 10h00, terá lugar, na Casa Rural, uma palestra sobre "As zonas polares", no âmbito da Semana Polar de março.
Alunos de geografia do ensino secundário terão a oportunidade de conhecer a investigação realizada naquelas regiões e de aprofundar a importância das mesmas para o equilíbrio do nosso planeta.
A oradora é a investigadora Sara Aparício que nos honrará com a sua presença na escola! 
Fazemos votos de uma ótima sessão!

Saudações polares.

Links recomendados 

informação enviada pela Professora Emiltina Matos

terça-feira, 15 de janeiro de 2013

PALESTRA: Técnicas de DIAGNÓSTICO PRÉ-NATAL

No passado dia 6 de Dezembro de 2012, realizou-se na Casa Rural no âmbito da disciplina de Biologia de 12.º ano uma palestra relativa ao Diagnóstico Pré-Natal apresentada pelo Dr. Laurentino Simão, investigador no departamento da Genética Humana da área de trabalho de Doenças Genéticas do Instituto Nacional de Saúde Dr. Ricardo Jorge, e que gentilmente se deslocou à escola onde já lecionou.
O instituto encontra-se dividido em seis departamentos (Alimentação e Nutrição, Doenças Infeciosas, Epidemiologia, Genética Humana, Promoção da Saúde e Prevenção das Doenças Não Transmissíveis e Saúde Ambiental), sendo muitas as áreas de trabalho em que se desenvolvem as suas atividades, entre as quais, Doenças Genéticas e Genotoxicidade Ambiental.

 Laurentino Simão

Atualmente, devido à sua diversidade, raridade e gravidade, as doenças genéticas constituem um importante problema de saúde pública. Contudo, nem sempre com o adequado reconhecimento social. Estima-se que cerca de 5 por cento da população europeia esteja afetada de uma doença genética o que, em Portugal, se traduz em mais de 500 mil pessoas. São muitas as intervenções a nível de diagnóstico, prognóstico e/ou prevenção da patologia em causa.

Dentro da área de Doenças Genéticas, o Dr. Laurentino Simão observa e analisa particularmente cromossomas na fase de metáfase, a qual se caracteriza pela máxima condensação dos mesmos. Estas investigações contribuem portanto para o estudo da patologia de doenças cromossómicas, cuja observação se realiza através do esclarecimento da base cromossómica de anomalias no feto e na população, bem como em doenças hematológicas malignas e tumores sólidos.

A área de projeto Investigação & Desenvolvimento desenvolve-se em várias áreas do Departamento, nomeadamente na das gestações patológicas, das doenças genómicas e das doenças oncológicas. Um dos projetos levados a cabo por esta área é precisamente o diagnóstico pré-natal de anomalias cromossómicas em gravidezes patológicas. O principal objetivo deste projeto é correlacionar a presença de anomalias fetais e/ou do líquido amniótico detetadas ecograficamente e a presença de anomalias cromossómicas, de modo a contribuir para um melhor conhecimento da base genética das gravidezes patológicas.

A junção da citogenética com tecnologias altamente especializadas, nomeadamente a pesquisa de aneuploidias por multiplex ligation-dependent probe amplification (MLPA) e metodologias baseadas em hibridação in situ de fluorescência (FISH), como a hibridação genómica comparativa (CGH), poderá permitir um diagnóstico mais precoce, bem como uma caracterização mais precisa de algumas cromossomopatias (fenótipos patológicos determinados por alterações cromossómicas estruturais ou numéricos, associando-se normalmente a atrasos mentais e a malformações congénitas múltiplas), o que adota uma especial importância a nível do acompanhamento materno-fetal.

Certas anomalias cromossómicas como a Síndrome de Down, a Síndrome de Turner e a Síndrome de Klinefelter, podem ser diagnosticadas através de determinadas técnicas específicas, como por exemplo a hibridação in situ de fluorescência. Esta técnica utiliza sondas de DNA marcadas com fluorescência para detetar anomalias cromossómicas que estão além do poder de resolução da citogenética de rotina, como microdeleções e rearranjos cromossómicos complexos.
A identificação de alterações cromossómicas responsáveis por malformações fetais reveste-se de uma grande importância, uma vez que permite o estabelecimento da relação genótipo-fenótipo embrionária. Desta forma, é possível delinear estratégias adequadas de aconselhamento genético, terapia e acompanhamento, de modo a disponibilizá-las atempadamente aos indivíduos afetados.

A palestra revelou-se uma experiência bastante interessante, uma vez que o assunto é atual e encontra-se relacionado com as matérias da disciplina.
Para mais informações consultar: http://www.insa.pt/

texto de Cláudia Espalha, 12ºB

terça-feira, 29 de maio de 2012

Colóquio no Museu da Cidade



Amigos, o *ateliê de artes da Anselmo* e o *cidadão exemplar*, organizaram
uma conversa sobre o trabalho de Paula Rosa, a autora das imagens que
estiveram expostas n' a parede do café do Fórum Romeu Correia. Para quem as
viu, parece-me, não ficou indiferente àquele jogo de imagens fotográficas
misturadas com um grande rigor técnico, originando as paisagens
impossíveis. Convidámos a Paula Rosa para conversar connosco sobre o seu
trabalho, que terá por tema quase inevitável o pensar a imagem e a mudança
dos limites da fotografia e das restantes artes visuais, provocada pela
utilização das ferramentas digitais. Ao olharmos para o trabalho da Paula
Rosa, sabemos que aquilo não é fotografia com referente real, mas, pelo
hábito de olhar a fotografia até agora, continuamos com a ilusão quase
subconsciente de que estamos vendo fotografia. Há algo de espanto nessa
dicotomia, porque o rigor na "colagem" das formas faz com que elas se
fundam numa imagem com várias origens.


Para quem não viu a exposição, tem aqui três exemplares para se situar.
Estão todos convidados a participar. A temática é aliciante hoje em dia.

A conversa vai ser no dia 
1 de junho, 6ª feira, pelas 21h, 
no Museu da Cidade
naquela sala logo em frente da entrada, onde estivemos no colóquio
sobre a Camerawork.


terça-feira, 24 de janeiro de 2012

A camerawork funcionou




Realizou-se o 3º colóquio do ateliê de artes, na noite de 6ª feira, no Museu da Cidade. Agora em parceria com o projeto Cidadão Exemplar fizemos uma visita ao movimento pictorialista na fotografia no início do séc XX, centrado na revista Camerawork e no seu mentor Alfred Stieglitz.






O moderador foi Paulo Nunes fotógrafo e Cidadão Exemplar. Discutiu-se no fim a relação muito direta que aquele tipo de fotografia manteve com a pintura, pela semelhança literal ou simbólica com os ambientes, a representação humana ou da natureza, o jogo de luz (nomeadamente com o impressionismo, mas também com o cubismo e os abstracionismos geométricos). No sentido inverso, novas composições, novos pontos de vista e tonalidades cromáticas, foram adotados pela pintura, por influência da fotografia.




A assistência foi maioritariamente constituída por alunos dos 11º e 12º anos de artes, com outros convidados, fotógrafos e artistas plásticos.



terça-feira, 17 de janeiro de 2012

Camerawork e a fotografia moderna

O ateliê de artes vai concretizar mais um colóquio do nosso projeto de marcar encontros para se discutirem mais de perto assuntos relacionados com as artes.
Desta vez propomos uma conversa sobre a revista/movimento "Camerawork" liderada pelo fotógrafo Alfred Stieglitz de 1903 a 1917. Estava-se no tempo de desenvolvimento da Arte Nova e a preocupação era encarar a fotografia como constituindo uma área de atuação artística de pleno direito, em confronto com os que (fotógrafos inclusive) a consideravam apenas como um mero procedimento técnico. Para Stieglitz, por exemplo, a variação de cinzentos numa foto adquiria uma vibração cromática idêntica à da cor na pintura. Estamos no início da fotografia moderna, afirmando-se através da exploração dos artefactos e procedimentos técnicos dum meio especifico, mas com capacidades de construir imagens intencionais e com capacidade simbólica e estética. Não era já o tempo em que um procedimento técnico procurava imitar as práticas da pintura na construção de imagens "artísticas", através das poses de modelos em composições imitando as telas, da tintagem e tal e tal.
As armas de Stieglitz: uma revista com grafia cuidada e moderna, a qualidade exemplar das reproduções das imagens, uma galeria para divulgar os trabalhos e a ligação a artistas de outras áreas, como complemento e contraponto.

É isto que vamos debater na 20 de janeiro, 6ª feira, às 21h, na sala do R/C do Museu da Cidade.

O moderador é o Paulo Nunes, que tem uma máquina fotográfica e gosta do tema o suficiente para o ter estudado.
(cartaz de Paulo Nunes e fotos retiradas da net)

Luís Miranda


sábado, 10 de dezembro de 2011

O ateliê de artes foi ao banco


Após o colóquio de encerramento da expo "Ver de Fazer" 15, cujo tema se intitulava "A crise da arte e a arte da crise", fomos convidados a apresentá-lo na sede da Caixa Geral de Depósitos em Lisboa, no âmbito do Mês da Fotografia de Almada.
Alargar o espaço de atuação no espaço público é um dos objetivos da atividade do Ateliê de Artes da Anselmo e, como a missão do professor é a pedagogia crítica sistemática, independentemente do tipo de público e o despertar da ação reflexiva sobre os fenómenos, interrompendo o fluxo do quotidiano, aceitámos o convite. Não tivemos acesso aos cofres da Caixa, que era outro dos objetivos, porque a segurança estava apertada. Quer dizer que não conseguimos financiamento para as obras da escola, nem para um complemento de reforma, nem sequer uma contribuição simbólica para um fundo de greve. Por isso, apenas apresentámos o tema e debatêmo-lo com o público presente (ma
ioritariamente membros do núcleo de fotografia da CGD). A nossa presença foi apreciada, pelo menos agradeçeram-nos simpaticamente e, se conversaram conosco, talvez tenhamos dito algo de pertinente. A sessão durou duas horas e tal!

Cumprimos assim a meta de dois colóquios no exterior, neste período. No próximo teremos outros.

Luís Miranda

sexta-feira, 28 de outubro de 2011

O lado oculto da Fotografia

Carregar no botão é fácil. Nunca a produção de imagens foi tão acessível. As máquinas fotográficas embarateceram e qualquer telemóvel é capaz de as substituir. Com a net e as redes sociais as imagens circulam permanentemente renovando-se instantaneamente.
Mas, de vez em quando, deparamos com fotos que surpreendem pela qualidade e rigor técnico, com uma gama de cores ou de cinzentos "espantosa", com uma definição "espetacular", com uma luz que "é demais", com pontos de vista e enquadramentos "brutais".

Isto implica um domínio técnico apurado dos artefatos que utilizamos e um conhecimento e controle dos meios de apresentação e difusão das imagens, seja pelos meios informáticos, seja pela vídeoprojeção, seja pela tradicional impressão em papel.


Hoje, na Casa Rural, este mundo mais especializado foi introduzido aos alunos de artes do 11º e 12º anos. Numa aula especial de Oficina MultimédiaB, convidou-se Paulo Nunes, fotógrafo e professor na EPED, onde leciona Photoshop, Flash e Dreamweaver no curso de Gestão e Programação de Sistemas Informáticos a expor as especificidades da gestão de cor em processos de impressão.


Fundamentalmente, foi-nos dado a ver que a fotografia digital que ambiciona ultrapassar o consumo imediato e banalizado obriga a um trabalho de controle e afinação através de ferramentas e programas informáticos, para que os resultados finais correspondam ao que o fotógrafo pretendeu e imaginou no ato da tomada de vistas. De outro modo, a concretização das imagens sujeita-se a processos aleatórios cujos resultados desiludem com frequência. Outro dos tópicos abordados prende-se com a durabilidade das impressões, que pode variar de alguns anos a séculos e à possibilidade de se utilizarem outros suportes diferentes do papel habitual que encontramos nas (poucas) lojas de fotografia que encontramos nas redondezas.

a redação

segunda-feira, 19 de abril de 2010

O espectáculo do Conhecimento



No dia 16 de Abril realizou-se na Casa Rural uma sessão de apresentação da obra “Fósseis e Geistória da região de Almada-Lisboa” da autoria do professor Manuel Lima.

A referida publicação, recentemente lançada, relata-nos como era a Região de Almada - Lisboa há 15 ou 20 milhões de anos atrás, os paleoambientes, a fauna e a flora existentes nestas paragens nesses tempos ancestrais.

Hoje sabemos que nos mares de águas quentes que então cobriram estes locais onde hoje vivemos, abundavam os recifes de corais e por entre eles vagueavam enormes tubarões, jamantas, tartarugas, barracudas ou peixes-serra!
crocodilo ...............barracuda .............jamanta

Por outro lado, nos ambientes continentais, à beira do Pré-Tejo, viviam crocodilos e hipopótamos! Nas florestas tropicais que por aqui existiram nessa época recuada, não faltavam embondeiros, anoneiras ou paus de canela e viviam mastodontes, rinocerontes e muitas outras espécies, antepassados de uma fauna que hoje associamos ao continente africano.

Na sessão participaram os alunos das turmas A e B do 11º ano que tiveram a oportunidade de alargar os seus conhecimentos relativos ao passado geológico da região onde vivemos e que, inquiridos acerca da actividade, destacaram o dinamismo do professor, a sua paixão pelo tema, as belas imagens projectadas e os factos curiosos que passaram a conhecer.

O nosso muito obrigado ao professor Lima!
Prof. Emiltina Matos

quarta-feira, 14 de abril de 2010

Graffiti, colóquios


16 de Abril e 30 de Abril de 2010, sextas-feiras, às 21,30, Fórum Romeu Correia, sala Pablo Neruda.


A primeira sessão será apresentada por Luís Miranda e Rui Silvares, a partir dos exemplos de J. Michel Basquiat, Keith Haring e Banksy e da sua utilização dos espaços públicos como suporte e cenário para o seu trabalho.

Nesta sessão discutir-se-á o aspecto de intervenção e de "arte pública" que o graffiti pode ter e as suas possíveis ligações com o campo da arte.

Na segunda sessão discutir-se-ão os aspectos de arte emergente, arte marginal, alternativa aos centros institucionais que "controlam e definem" a actualidade e a pertinência dos percursos artísticos, ou a possibilidade do graffiti se referir fundamentalmente a uma tentativa de afirmação de grupos urbanos, sem intencionalidade ou conceito estético, produzindo poluição visual e descaracterização de espaços. Nesta sessão os graffiters serão convidados a mostrar os seus exemplos de trabalho e a apresentar as suas ideias e propósitos de trabalho.


Organização Ateliê de Artes da Anselmo e F4.

Apoio CM de Almada.