sexta-feira, 14 de janeiro de 2011

Vivências







Está patente ao público uma exposição de trabalhos de alunos da turma D do 12º ano do curso de Artes da Anselmo com o título genérico "Vivências".

São trabalhos realizados na disciplina de Oficina de Artes sob a orientação da professora Cristina Coelho.

A exposição pode ser visitada no bloco 1, no patamar de acesso à biblioteca. Os objectos expostos são de naturezas variadas, reunindo num mesmo suporte diferentes tipos de materiais naquilo que normalmente se designa por "técnica mista".

A visitar com atenção!
As memórias descritivas que acompanham a maior parte das peças expostas constituem um motivo de interesse adicional.

domingo, 9 de janeiro de 2011

Revolução permanente


Em 2011 será tempo de dizermos adeus à disciplina de Área de Projecto no 12º ano e tempo de nos prepararmos para dizer olá à disciplina de Formação Cívica, a chegar para o 10º ano de escolaridade obrigatória (ler aqui).

Uns dizem que o ministério não consegue parar quieto e que tem de estar sempre a mexer em coisas que mal tiveram tempo para assentar, outros são de opinião que é necessário ter a coragem de reconhecer quando as coisas, na prática, não resultam como haviam sido imaginadas em teoria e mudá-las sem hesitação.

Nos últimos 36 anos muitas têm sido as trocas e baldrocas nos currículos do básico e do secundário. Há disciplinas que vêm e vão sem quase darmos por elas, estatutos que oram são uma coisa ora são outra, completamente diferente, avaliações de professores que não chegam a ser coisa nenhuma. Exames sim, exames não, ministros com ideias, outros nem por isso, situações aberrantes, outras que nos inundam da mais infundada esperança. Vivemos uma crise permanente na educação em Portugal e, ao que tudo indica, a crise continua.

A mudança é desejável num sentido evolutivo. As coisas dificilmente atingem um estado de perfeição tal que se tornem eternas mas... a mudança, ainda para mais num campo sensível como o da educação, terá de ser o resultado de um processo de reflexão, sujeita a análise e experimentação, antes de ser implementada. Caso contrário trata-se de revolução, pura e simples. Talvez o ministério da educação seja o mais revolucionário dos órgãos de poder público do nosso país (e do mundo?) e ainda não se tenha apercebido disso. Vivemos uma constante revoluçãozinha feita aos bochechos e continuamos à espera de perceber o que se pretende com ela.

RS

sexta-feira, 7 de janeiro de 2011

Haverá necessidade de Educação Sexual nas escolas?


Neste ensaio, discute-se a necessidade de existir Educação Sexual nas escolas. A posição tomada é a de que sim deve existir.
O primeiro motivo pelo qual eu defendo a Educação Sexual nas escolas é o facto dos jovens terem receios durante a puberdade. As alterações físicas que acontecem nesta idade deixam alguns jovens inseguros e com dúvidas. Dúvidas estas que podem ser abordadas nas aulas de Educação Sexual, afastando os sentimentos sentidos pelos alunos.
Outro aspecto são os riscos que os jovens podem correr, nomeadamente, na primeira relação sexual. Esta relação é, por vezes, encarada pelos jovens como um desafio fazendo desta uma relação não programada/planeada. Não sendo planeada pode-se supor que não haverá uso de contraceptivos, o que aumenta as hipóteses de contraírem IST’s (Infecções Sexualmente Transmissíveis) ou de existir uma gravidez não-desejada. A Educação Sexual pode alertar os jovens para os problemas de uma vida sexualmente activa e incentivar o uso de contraceptivos.
O último aspecto que quero referir é a gravidez não-desejada. As jovens engravidam, ficam “com uma vida nas mãos” e isto acarreta sérias responsabilidades. Mais uma vez, a Educação Sexual deve sensibilizar os jovens, neste caso especialmente as raparigas, a se prevenirem quando tiverem uma relação sexual.
Ainda assim, os meus argumentos não respondem ao papel dos pais e faz dos jovens ingénuos. Os pais têm, com certeza, mais experiência do que os filhos e podem ajudar a esclarecer alguns problemas porque têm maior intimidade/proximidade com eles. Por este motivo, considero até que a Educação Sexual deve começar em casa. Mas os pais podem não ter algumas das qualificações para falar sobre sexualidade. Quanto aos jovens, não são ingénuos, mas também se pode dizer que alguns deles não medem os riscos que correm, neste caso, relativos à sexualidade. Também há pessoas que defendem que não é necessário Educação Sexual ou que esta seja somente facultativa. Afirmam que os tabus impostos pela sociedade não permitiririam falar sobre sexo aos alunos. Por isso, deve-se apostar na formação de professores para estes ganharem conhecimentos e experiência para lidar com qualquer tipo de situação que possa acontecer nas aulas relativas à sexualidade.
A Educação Sexual também pode chocar com ideias impostas pela religião. Se a religião fosse um obstáculo, provavelmente não haveria o uso de contraceptivos. Daí que a Educação Sexual seja necessária: para atenuar as ideias religiosas incutidas nos alunos e que estes tenham hábitos mais saudáveis (que evitem IST’s). Por outro lado, a disciplina de Ciências Naturais (ou Biologia) está encarregue de falar sobre o aparelho reprodutor e outros temas. Mas a Educação Sexual, com uma abordagem diferente e não sendo teórica, poderá ser uma opção viável. A Filosofia deve ajudar a compreender/discutir as normas morais e os valores de uma relação.
Assim, concluo que a Educação Sexual é importante nas escolas pois pode tirar algumas dúvidas aos alunos e, principalmente, preveni-los para os riscos que correm em relações sexuais quando não usam métodos contraceptivos (IST’s e gravidez não-desejada).

Tiago Ferreira 11º C , Dezembro 2010

quinta-feira, 6 de janeiro de 2011

Os jovens e a política


II

Neste ensaio debate-se o problema da necessidade de os jovens se interessarem pela política. É bastante importante que os jovens não estejam alheios às questões relacionadas com a política. É necessário cativar o interesse dos mais novos para as questões relacionadas com a política. O desinteresse dos jovens pode vir a comprometer o futuro do nosso país.
É nítido o desinteresse dos mais novos pela política e isto deve-se, principalmente, à falta de incentivo tanto pelos pais como pelos professores. Os jovens são a próxima geração, são os que vão, futuramente, intervir nas decisões políticas, como as votações. Se os jovens não adquirem espírito crítico e interesse pela política como irão votar sem serem influenciados pelos discursos enganadores e manipulações dos políticos? Eventuais posições em confronto defendem que os jovens são constantemente bombardeados por assuntos relacionados com a política através da televisão, dos jornais e de todos os outros meios de comunicação. Defendem que o interesse pela política vai-se adquirindo, uns jovens mais cedo que outros.
Defende-se então que o interesse dos mais novos pela política é muito importante e que a melhor forma de promover este interesse seria através da escola, incorporando assuntos relacionados com a política nos programas escolares. Há três razões para se pensar que esta medida seria a mais indicada.
Primeiramente para haver interesse e gosto pela política é necessário conhecer a área. Em segundo lugar os interesses adquirem-se segundo a nossa educação e o meio em que vivemos. Se a política fizesse parte da educação e houvesse incentivo em conhecer a área o desinteresse dos mais novos não seria tão elevado. Por fim, se os jovens tivessem o espírito crítico mais activo poderia ser uma forma de futuramente haver um desenvolvimento político, como também económico e social do nosso país.
Posições em confronto defendem que os programas escolares são muito extensos, os professores têm já dificuldade em cumprir a totalidade dos programas e seria prejudicial para os alunos terem matérias acrescentadas, uma vez que, são avaliados a partir de testes e exames. É possível conciliar os extensos programas escolares com a política nas escolas. Por exemplo, as visitas de estudo organizadas pelas escolas ou as aulas mais lúdicas, como visionamento de filmes, poderiam cativar e informar os alunos de questões relacionadas com a política.
O desinteresse dos mais jovens é preocupante. É necessário cativar o interesse pela política e despertar o espírito crítico dos mais novos sendo a forma mais viável incluir assuntos sobre a politica nos programas escolares uma vez que jovens passam muito tempo nas escolas.
Catarina Nunes, 11º B, outubro/2010

III- comentário

(…) Está comprovado que os jovens têm não só um baixo nível de interesse pela política mas também um reduzido nível de conhecimentos sobre a mesma área, no entanto, esta situação não é adequada numa sociedade democrática amadurecida (…) existe realmente uma porção da comunidade jovem que se interessa e envolve na política, compreendendo os seus problemas. Vê-se o exemplo do Parlamento dos Jovens, onde os mesmo avaliam e defendem argumentos de forma crítica desenvolvendo as suas capacidades sociais, que serão certamente importantes no seu futuro profissional e também como parte do eleitorado.
Assim, estou em crer que o interesse dos jovens pela política é uma necessidade das sociedades democráticas e deveria ser incentivado, dado que os jovens de hoje representam o futuro dos países. Se estes não estiverem informados sobre o funcionamento da política, não poderão avaliar criticamente os argumentos dos que os tentam persuadir nem conseguirão defender as posições em que acreditam, não conseguirão argumentar. Visto que a argumentação é a base da democracia, esta falha nos jovens poderá levar a consequências desastrosas no futuro.”

Marta Herculano 11º A, excerto de ensaio

IV- DEBATE

No dia 6/10/10 foi realizado um debate para reflectir um tema actual “Os Jovens e a Política”. Nesse debate, em formato de Parlamento dos Jovens, participaram dois partidos, A e B. Ambos reflectiram as causas da pouca adesão dos jovens à vida política e, por conseguinte, apresentaram algumas propostas para mudar esse facto.

O partido A começou o debate de uma forma pouco organizada, apesar disso, revelou que a falta de informação sobre a área bem como a inexistência de formação sobre a mesma eram umas das causas principais, mas não só, realçou também a desconfiança que os jovens têm em relação às falsas promessas feitas pelos partidos durante as campanhas políticas e à sua má divulgação.
Do outro lado da bancada, tivemos um partido B bastante organizado, com as ideias bem estruturadas e definidas. Tendo feito uma breve introdução referiu que a população tem uma má imagem da política portuguesa e apesar de haver uma falta de adesão dos jovens na política eles conseguem ser mais optimistas que as outras faixas etárias, E, por fim, que a maioria dos jovens que adere à política é do sexo masculino, mais à direita, informando-se maioritariamente a partir da televisão. ( documento do Centro de Sondagens, UCP, de 2008)
De seguida expuseram-se as causas:
-os jovens têm pouco interesse pela política devido ao desconhecimento que têm pelo assunto pelo facto de os políticos usarem uma linguagem complexa destinada a adultos; à fraca crença dos adultos nos políticos que transmitem essa mesma falta de confiança para os seus filhos. Para além disto, considerou a sociedade como uma das causas do que leva os jovens a afastarem-se, mostrou o seu desagrado pelo facto da comunicação social apenas expor a parte negativa da política, o que a leva a ser mal vista e mal interpretada. Também considerou os actuais jovens como egoístas que só se preocupam com os seus problemas logo, leva-os apenas a manifestar-se por algo do seu interesse directo. E, por fim, criticou ainda a variedade de meios de entretenimento que leva os jovens a não se preocuparem com temas sérios.
Verificámos que ambos os partidos tinham algumas ideias iguais mas expostas de formas diferentes. De seguida, debateram-se algumas propostas para chamar a atenção dos jovens para a política:
O partido A, mais uma vez de uma forma pouco explícita, propôs uma maior divulgação especializada, a criação de uma nova disciplina que forme os jovens para a área política; apelou a uma maior veracidade nos discursos políticos e, de uma forma algo vaga, apelou à alteração dos comportamentos da sociedade, apesar de não ter sido apresentada como uma das causas.
O partido B continuou com a sua excelente organização e de forma fácil de entender propôs a introdução da Política na disciplina de Formação Cívica, uma maior publicidade partidária, a realização de actividades partidárias interactivas que cativassem os jovens, a criação de um semanário dirigido aos jovens. E ainda que os partidos reflectissem mais os problemas dos jovens, realizarem parcerias com ONG´s, utilizarem novas tecnologias para que fosse mais fácil chegar aos jovens.
Durante todo o debate, assistimos a alguns confrontos entre deputados, quanto às causas identificadas mas a maioria das trocas de ideias baseou-se na parte relativas às propostas.
No final, procedeu-se à votação na generalidade. Provou-se que o partido B esteve melhor durante todo o debate, uma vez que, as suas propostas foram aprovadas pela maioria dos deputados.

Mariana e Diogo 11º D

quinta-feira, 23 de dezembro de 2010

Tempo de férias


O JA'' deseja a todos os leitores umas férias descansadas
(ou não, depende dos vossos anseios)
e que a vida vos corra de feição.

Para os que celebram o Natal deseja que recebam as prendinhas que merecem e não esqueçam o espírito da coisa, que é, afinal, o mais importante.

Resumindo e concluindo: boas férias para todos.
No próximo ano cá estaremos para o que der e vier.

domingo, 19 de dezembro de 2010

Prémio Pessoa distingue Maria do Carmo Fonseca


a cientista foi uma das 8 personalidades selecionadas para ilustrar o Portugal de sucesso numa recente campanha internacional


Maria do Carmo Fonseca foi a vencedora do Prémio Pessoa 2010. A cientista foi distinguida pelo seu trabalho na identificação dos mecanismos de transmissão de mensagens no interior da célula.

Professora catedrática da Faculdade de Medicina da Universidade de Lisboa e diretora do Instituto de Medicina Molecular, tornou-se na primeira mulher cientista a vencer o Prémio Pessoa. Saliente-se ainda que estudou no Liceu Nacional de Almada, tendo sido aluna da professora Alicinda Farias e destacando-se então já pelo rigor e interesse científico que lhe valeram desde cedo grande prestígio!

Saúde - Prémio Pessoa distingue Maria do Carmo Fonseca - RTP Noticias, Vídeo


informação enviada pela Professora Emiltina Matos

sábado, 18 de dezembro de 2010

SóS





Fotos da apresentação das turmas de teatro 9ºC e D que decorreu no dia 10 de Dezembro durante os intervalos da manhã no recinto da entrada da escola e junto ao bloco 6.

A apresentação, com o título “SÓS”, foi o resultado do trabalho desenvolvido no âmbito da construção de personagem na disciplina de teatro. Além de ser um exercício escolar tinha também como objectivo alertar toda a gente para a problemática da solidão na terceira idade e a violência exercida contra os idosos.

Foram também distribuídos folhetos fornecidos pela APAV – apoio à vítima em colaboração com a professora Emiltina Matos.

A apresentação foi bem acolhida pela Comunidade escolar, obrigada a todos!

Prof. de Teatro Fátima Pinto

sexta-feira, 17 de dezembro de 2010

Cantar o Natal


O Coro da Anselmo oferece um concerto de Natal no próximo Domingo, 19 de Dezembro, pelas onze horas e trinta minutos da manhã, na Igreja de Santiago em Almada (junto ao Castelo).

Este concerto faz parte do programa com título genérico "Do Natal aos Reis em Coro", organizado pela Câmara Municipal de Almada (ver mais informação clicando aqui).

quarta-feira, 15 de dezembro de 2010

Bem-vindos ao café República!


Realiza-se na próxima quarta-feira (hoje mesmo) uma “tertúlia republicana” na nossa escola. Será na Biblioteca, pelo cair da tarde. Evocaremos política e literatura sob o signo da República, da contestação anti-monárquica (e anti-britânica) de finais do séc. XIX até à actualidade, da Geração de 70 a Saramago. Saberemos o que pensam jovens de hoje sobre o dilema República/monarquia.

Teremos música, leituras, chá e bolinhos

sexta-feira, 10 de dezembro de 2010

Em contemplação



Não há local mais próximo de mim, que mais serenidade me traga do que a praia; agora no Inverno a qualquer altura do dia e no Verão de manhã bem cedo e ao pôr-do-sol. Nestas alturas a praia está deserta e o imenso areal está despido de pessoas. Nesta estação do frio e dos ventos ferozes o mar e as suas ondas rebentam na costa livremente lançando a salgada espuma pelo ar. É cheiro a maresia, o toque das minúsculas gotas no meu rosto, o sabor ligeiro a sal nos meus lábios, o estalar do mar, a visão do vazio. Os meus olhos estão fechados.
Do que é composta a vida afinal? O que deve cada um de nós esperar dela? Como pode alguém ter a coragem de se sentir desafortunado depois de tantos meses velozes sabendo de vidas perdidas, vidas mantidas por sorte, ou vontade divina; vidas que não conseguimos saber se não estariam melhor retiradas do que assim mantidas? Como pode alguém amaldiçoar a sua sorte depois de tomar conhecimento da sorte tão amaldiçoada dos outros? Como pode uma pessoa dizer que não quer saber? Quando no meio onde um indivíduo se encontra é composto por pessoas visivelmente afortunadas e sortudos cegos e ele ou ela são desafortunados que vivem no mundo de azarados muito maiores, tudo o que os desafortunados têm a fazer é deixar-se ir pelos momentos bons e sentir a sua tristeza nos momentos maus tal como se deixa o mar ir e vir em função da influência da lua em si.
De manhã, na praia, no Verão, o mar frio e o sol ainda a aquecendo o ar afastam os corpos preguiçosos da areia e da água. E nessa altura em que não mais estão no areal do que as gaivotas e os silenciosos, eu vejo o céu e oiço os sons mocos do oceano, boiando ao sabor das ondas. O meu corpo está leve.
Com tantas formas que há na vida de lidar com o que nos está destinado, como sabemos qual a mais certa para nós e a que custo? Que devemos procurar para cada um de nós? Em que devemos acreditar e conhecer, ou desconhecer e não acreditar? Onde se marca a linha que separa o nosso destino, do nosso livre-arbítrio? Onde está a Verdade? Que haja um Deus; que haja um não haver Deus, o sujeito só encontra aquilo a que está destinado e faz por encontrar. A paz e o equilíbrio se seguem. Homh! «Eu sou».
Ao pôr-do-sol, em que a brisa que corre ainda quente, a praia fica de novo só para mim, o eu poeta que há na escuridão da juventude. O sol parece abraçar o mar pelas costas e este parece sorrir e serenar perante a lua que surge-lhe brilhante. Estou de pé com os braços atrás das costas e os pés a receberem com a ondulação arrepiando-me corpo e alma. O meu coração está sereno.
Porquê? Como? De que maneira? Porquê todo o mundo vê no amor o melhor dos sentimentos? Como sentem as pessoas esse pensamento? De que maneira é que pode ser o amor o melhor de todos os sentimentos? Não haverá nas pessoas a razão e a lógica e o auto-controlo? É possível que seja tão grande a cegueira? Como pode um sentimento com tantas fragilidades, pontos fracos e parcialidade ser o melhor sentimento que o ser humano pode experenciar?
A felicidade é o supremo sentimento, é a fonte da continuidade da existência humana. A felicidade só traz felicidade; não há ilusões, não há rasteiros, não há aspectos negativos em se estar feliz. A felicidade pode ser encontrada por inúmeros caminhos e pode ser encontrada sem estar dependente de ninguém. O amor? Esse pode ser a fonte de felicidade de muitos mas é uma fonte que pode facilmente secar, traz dor, está dependente do outro, pode facilmente ser ilusório, pode ser fonte dos piores dos sentimentos. Para aqueles que só vêm a mais feia face do amor quando para ele sorriem, esperar sem amar até que a face bela do amor nos procure, é a maneira de o indiviudo se poder sujeitar a amar.
A praia é o processo completo pelo qual eu posso passar em meditação e serenidade. O mar lava, o vento leva, a areia retém e subterra.
Fernando Tomáz