segunda-feira, 15 de março de 2010

Um projecto de voluntariado, na área de promoção da leitura

Sessão sobre os Afectos
Uma das sessões sobre Poesia


Na Biblioteca Escolar da EB1 Conde de Ferreira, está a decorrer, desde meados de Novembro último, um projecto de promoção da leitura, dirigido às turmas de 3º ano, intitulado «Ler a meias...»
Este projecto, aprovado previamente em Conselho de Escola, é da responsabilidade de Manuela Caeiro, professora de Língua Portuguesa que foi também Coordenadora da Biblioteca Escolar da EB 2.3 Comandante Conceição e Silva e que se encontra, actualmente, aposentada.
Esta professora continua a fazer formação, na área da Mediação e Promoção da leitura, e desenvolve, regularmente, sessões de trabalho voluntário em algumas bibliotecas escolares da região.
Na Escola Conde de Ferreira, as crianças têm ouvido ler /lido histórias e poesias – de obras do Plano Nacional de Leitura e outras – e têm tido contacto com tradições do nosso património cultural. A leitura tem constituído o ponto de partida para actividades de escrita (cartas, continuação de histórias, frases poéticas…) e ainda outras, enquadradas no Plano Anual de actividades da Biblioteca Escolar, sendo estreita a colaboração entre a Professora Bibliotecária, Fernanda Ataíde, e a responsável pelo projecto.
O «Ler a meias...» decorre em sessões quinzenais. Visa a Educação Pessoal e Social dos alunos e a criação de hábitos de leitura autónoma. Dada a crescente afluência espontânea dos alunos do 3º ano à BE, durante os intervalos, poderemos concluir que, embora constituindo um objectivo ambicioso, o trabalho desenvolvido aparenta estar a dar frutos. Saliente-se que esta biblioteca, por enquanto, não dispõe do atractivo de possuir equipamentos informáticos…



Manuela Caeiro

domingo, 14 de março de 2010

Divulgação


"No dia 15 de Março será realizada uma sessão de divulgação da Quinzena da Juventude na Escola Secundária Anselmo de Andrade, no decorrer do intervalo da manhã, das 10h00 às 10h20, promovida pela CMA - Divisão de Juventude".

sexta-feira, 12 de março de 2010

Da Cultura em Portugal


in Revista Única do Expresso de 31/12/2009

Nesta crónica ferozmente crítica, Inês Pedrosa debruça-se sobre a evolução do estado da Cultura em Portugal, nesta última década. Depois de uma leitura atenta e interessada, uma vez que este tema, pessoalmente, é dos que me desperta maior curiosidade, é de sublinhar algumas ideias essenciais (“chave”) transmitidas pela autora: em primeiro lugar, que a Cultura actualmente é algo «pontual», que se expressa de tempos a tempos, e que é pertença de alguns, artistas e criadores, que a ela se entregam por gosto é certo, mas que «educados na cultura do individualismo absoluto e da competição feroz», reclamam a atenção para as suas produções, «de telemóvel em punho», anunciando à imprensa os seus quase…sucessos! Assim, a Cultura deixou de pertencer e de definir um povo, para se restringir a um conjunto de indivíduos, cada vez mais seduzidos pelo mundo empresarial e pelo lucro.
O Estado olvidou, marginalizou, negligenciou, arrumou a Cultura dentro de uma gaveta e não mais se lembrou dela, porque em cima da secretária se encontra o mais recente modelo do computador portátil. «Humanidades»? Essa palavra já deve estar quase ilegível no Dicionário. Novas tecnologias, apostar nas novas tecnologias… «concentraram-se todos os meios nas novas tecnologias», argumentando que é esse o futuro da Educação, cada aluno ter um computador na sua secretária, e mal saber soletrar a palavra c-o-m-p-u-t-a-d-o-r (é com “o” ou com “u” no início? Aliás, atentado após atentado à Língua Portuguesa no celebérrimo “Magalhães”, que seria o salvador da Educação Nacional). «Concentram-se todos os meios nas novas tecnologias (…) Mas Educação sem cultura, como é? Computadores e redes sem pensamento, para que servem?»
De acordo com a autora, e que é uma posição que partilho, a generalidade da população (e os próprios governantes) aparentemente pensa que ao Estado compete, dentro da Cultura, um papel de mera preservação dos “calhaus”. Os artistas, então, não precisam de qualquer tipo de ajuda, a inspiração é tal que a Arte sai tal e qual assim, sem meios nem recursos, da imaginação directamente para o papel ou tela, sem custos adicionais. Os princípios de «lucro rápido» e «escrever, pintar, esculpir, criar…sob as fórmulas gastas que a maioria do público gosta» são a morte do artista; uma vez que estagnam a Cultura no tempo, sem expressão de inovação, criatividade, da própria individualidade do artista…
E, horror dos horrores, símbolos nacionais reconhecidos internacionalmente são negligenciados ou subaproveitados, desde figuras a património arquitectónico. Que se preservem as tradicionais ruas estreitas Lisboetas, com os seus estendais, vasinhos nas varandas e laços estreitos de vizinhança é incontestável, mas é preciso “preservar” os graffitis, as paredes descoloridas com o estuque a cair e corroídas pela humidade, os passeios agradáveis pelas ruas transformados em corridas de obstáculos sob a égide da máxima «Vê onde pões os pés, para não pisares os “presentinhos”…» Dito assim a um turista, o que é que ele não há-de pensar… Que se preservem os salutares e tradicionais hábitos Portugueses, mas cuspir para o chão é sem dúvida, dos mais repulsivos e substituíveis, sem que daí venha a perda da identidade nacional. Desembarcam no Cais do Sodré ou aterram na Portela turistas à procura de Fernando Pessoa e deparam-se com alguns sinais escondidos. Porém, na minha opinião, devo acrescentar, a propósito, que acho lamentável que de artistas Portugueses, nomeadamente escritores, os estrangeiros tenham conhecimento de pouco mais que Fernando Pessoa ou José Saramago. Então e um Eça, com as suas descrições de refeições pouco recomendáveis a leitores de estômago vazio? E um Aquilino Ribeiro? E um Fernando Namora? E um Miguel Torga? E uma Agustina Bessa-Luís? E uma Florbela Espanca? E filósofos, sociólogos, psicólogos, críticos…? Pessoa e Saramago são símbolos, mas custa-me ver a sua aparente “exclusividade no estrelato”, quando com outros tipos de escrita, outros autores mereceriam também o seu reconhecimento além-fronteiras. Porém, compreendo e é indiscutível o marco que Fernando Pessoa se revelou na Literatura Portuguesa. E creio que o facto de uma parte da sua obra se encontrar escrita em Inglês (no original), facilitou também a introdução nos meios internacionais. E depois, há a questão clara da originalidade e da inovação da heteronímia que nunca alcançou este nível em qualquer outro canto do planeta. Muitos foram os escritores e poetas dedicados às questões sociais, mas demasiado presos à sua própria individualidade, e sempre através de uma mesma fórmula de escrita… Se algum alguma vez sentiu a multiplicidade fervilhar dentro de si como Pessoa, nenhum soube processar por palavras esse turbilhão, num estudo analítico de faceta lírica incrível da condição humana que poucos souberam atingir. Daí que ainda hoje, Pessoa seja um marco. Uma referência. Uma inspiração. Um modelo.
Inês Pedrosa conclui afirmando que Portugal nunca mereceu os criadores que teve e continua a não merecer os criadores que tem. A própria Mariza, a famosíssima jovem cantora de fado, afirma que construiu a sua carreira com os seus próprios meios, sem qualquer tipo de ajuda, patrocínio, apoio…quantos artistas não haverão perdidos aí, precisando apenas de um primeiro impulso inicial, de uma rampa de lançamento? É triste que predomine uma ideia retrógrada da Arte e da Cultura como léxicos desenquadrados do mundo actual moderno e progressista. Gostava de ver esse progresso. Olhá-lo nos olhos e tocar-lhe com a ponta do dedo e vê-lo desfazer-se. Falso, oco, pretensioso, uma desculpa, uma máscara, ocultando os problemas graves estruturantes do nosso país.
Ainda não chegou a hora. Atrasam-se as horas, os minutos, o ponteiro dos segundos pára porque não são ocasionais festivais e exposições que edificam uma Cultura.

Margarida Hourmat, 12º C

quinta-feira, 11 de março de 2010

8 de Março - Dia Internacional da Mulher


Este dia já passou; no entanto, penso que todos os dias devem ser, também, da Mulher. Daí que este pequeno texto tenha a sua razão de existir. Serve o mesmo, de igual modo, para dar a conhecer o que pela Escola (Sede) se fez.
Comemorou-se a data, tendo a Direcção agraciado todas Elas com uma singela, mas simbólica rosa rubra. Dinamizaram-se outros eventos que não passaram despercebidos, como os cartazes alusivos ao dia, os quais foram colocados em locais de destaque; uma brevíssima exposição de figuras femininas que se destacaram em diversas áreas, com especial relevo para a Mulher Portuguesa.
O já famoso e conhecido Coro d’Anselmo também se associou a esta iniciativa, actuando para uma assistência, maioritariamente escolar.
Não se pretendeu falar da História das Mulheres, seu estatuto, condição, desigualdade de oportunidades, sofridas e sofredoras, embora tudo isto continue a fazer parte do nosso Mundo, afinal, também ele tão desigual em si mesmo. Para isso, existe uma proliferação de discursos on line ou em suporte papel, Tratados, Anais e outros que tais. Pretendeu-se criar um espaço e um tempo para reflectir, ver, ouvir e pensar.
Será a Mulher, afinal, um objecto de história ou fará parte da História? Deixo a outrem a tarefa de dar resposta (se o conseguir), pois não é este o meu intento.
Aproveito a oportunidade para agradecer a todos os que contribuíram para que este dia fosse diferente na Escola, principalmente aos alunos do 6ºD, dos 8ºs Anos, ao 9ºE e 10ºB, pelos trabalhos realizados nas disciplinas de Língua Portuguesa, Educação Visual, Biologia e Geologia e à equipa do Projecto Educação para a Saúde.
E já agora, à laia de desafio: percam apenas um minuto a observar a fotografia cuja Mulher se apresenta de boca tapada, deixem-se levar pela carga emocional que ela vos possa transmitir e pensem como viveríamos se não pudéssemos exprimir o que nos alimenta o espírito e a nossa existência.


Teresa Rafael

Consulta de Adolescentes




Nos centros de saúde, a consulta de adolescentes é realizada por médicos de família e permite responder a dúvidas, aconselhar, encaminhar... com garantia de SIGILO!


NÃO É NECESSÁRIA QUALQUER IDENTIFICAÇÃO, INSCRIÇÃO. NÃO SE EFECTUAM REGISTOS.

É GARANTIDA A CONFIDENCIALIDADE!

Podes escolher o centro de saúde independentemente da tua área de residência.


Pragal (frente ao LIDL), 5ª feira 16h00/19h00, Drª Deolinda Dinis e Drª Ana Peres



Francisco Xavier Noronha (junto ao Fórum Romeu Correia), 2ª feira 11h30 / 13h00, Drª Ângela Machado


Cova da Piedade (SAP- piso 6), 3ª feira, 16h00/18h00, Drª Teresa Peneda


Laranjeiro (frente aos CTT) 5ª feira, 11h00/13h00, Drª Deolinda Dinis e Drª Ana Peres


Não te deixas abater pela dúvida!
Recorre junto de quem te pode informar com garantia de confidencialidade.

Na escola, podes ainda utilizar o Gabinete do Aluno e consultar o blogue Educação para a Saúde.

CLUBE DE LÍNGUAS




ST. VALENTINE’S DAY “ / CARNAVAL - MOMENTOS DE DIVERSÃO


Os festejos do dia de São Valentim e de Carnaval também passaram pelo CLUBE de LÍNGUAS da Escola Anselmo de Andrade!
Começaram com uma pequena exposição de postais, elaborados por alunos do 8º C no âmbito do Francês e por alunos do 7º E, no âmbito do Inglês.
Entretanto, o Carnaval marcou também presença. Algumas “ Forças do Bem “ das turmas de Espanhol -7ºA/D/E, 8ºA/B/D e 9ºE – resolveram brindar-nos com lindas pinhatas de origem mexicana que vieram alegrar vários espaços e não passaram despercebidas aos olhares dos mais curiosos...!
Para finalizar, prevaleceu a apologia ao amor através de uma exposição de postais, em Inglês e Francês, elaborados por alunos do 7ºC, 7º E, 8º C e 9ºC. No dia 26 de Fevereiro de 2010, na OLE / CLUBE, os alunos do 7º B e 7º D assistiram à declamação de várias citações, em Espanhol, Inglês e Português. Numa atmosfera de entusiasmo e cooperação, os dois melhores declamadores do 7º E, seleccionados por colegas e professores, deliciaram os presentes com doces que saltaram do interior das coloridas pinhatas. Foi um momento esfusiante e gratificante para todos aqueles que estiveram envolvidos nesta actividade, em especial para o grupo de alunos do 7º E que, ainda atordoados pela seta do Cupido, soltaram o suspiro de alívio.... e de missão cumprida!



As prof. dinamizadoras
Aline Martins e Corinne Afonso

quarta-feira, 10 de março de 2010

Biblioteca Escolar


Após um período de tempo em que se procedeu à limpeza e arrumação do mobiliário, equipamentos, livros e outros materiais, a Biblioteca da Escola Básica Feliciano Oleiro lançou as suas primeiras actividades na última semana de Fevereiro.

De 22 a 26, todas as turmas tiveram a oportunidade de visitar e iniciar as actividades na biblioteca. Os trabalhos desenvolvidos incidiram nos temas relacionados com as preocupações ecológicas, preservação das espécies e respeito pelos animais, bem como a multiculturalidade. Estas serão as temáticas centrais a desenvolver até ao final do ano lectivo, de acordo com o conjunto de preferências apresentadas por professoras e alunos. Os temas a trabalhar inscrevem-se na linha da tomada de consciência para a biodiversidade (Ano da Biodiversidade).

Um momento culminante, no âmbito das iniciativas lançadas, relacionou-se com o concurso para a construção de uma mascote para a Biblioteca. Esta iniciativa contou com a colaboração dos alunos do quarto ano, tendo como finalidade que estes alunos deixem a sua “marca” na escola da qual irão brevemente despedir-se, para continuarem a sua caminhada escolar.

Um aspecto relevante ainda a referir tem a ver com a participação da Unidade Multideficiência num projecto que engloba as professoras da turma e a responsável da Biblioteca. Este acção conjunta visa motivar os alunos para aspectos relacionados, em particular, com a exploração dos cinco sentidos.
A BE da Escola Básica Feliciano Oleiro promete continuar a dar notícias.


Eugénia Raposo e Carla Dias

segunda-feira, 8 de março de 2010

Desenho 11º D



Está patente ao público mais uma exposição de Desenho de alunos da Anselmo. Desta vez são trabalhos de alunos do 11ºD que ocupam uma parte do espaço de exposição habitual da Escola Secundária Anselmo de Andrade, no patamar que dá acesso à Biblioteca.

A exposição tem como data de desmontagem o próximo dia 11 de Março, 6ª feira.

Chama-se mais uma vez a atenção de toda a Comunidade Educativa para a maquete e as plantas expostas no mesmo espaço que dizem respeito ao projecto de obras para a escola (ver o post anterior).

sábado, 6 de março de 2010

O futuro na vitrina



No dia três de Março a Parquescolar disponibilizou maqueta e plantas da futura Anselmo de Andrade. Agora há uma semana e meia para propostas e alterações expostas na biblioteca. Novas valências: novo pavilhão desportivo maior, campo coberto e auditório para 200 pessoas, nova biblioteca e mediateca, novo refeitório e cozinha, nova papelaria, ligações entre os blocos com funcionalidades, salas de trabalho para professores. Bloco das artes: sala de desenho, oficina de artes plásticas, duas salas multimédia, sala de EVT.

Duração da obra: 18 meses
Inicio provável: Outubro de 2010.

Reunião com os arquitectos: durante a próxima semana, provavelmente terça feira à 19 horas.

Texto recebido por e-mail, parte do resumo do Conselho Pedagógico de dia 3 do corrente mês de Março de 2010

Temos o futuro da Escola Secndária Anselmo de Andrade ali exposto, na vitrina e nas paredes, junto à entrada da Biblioteca. Uma maquete e seis plantas permitem um vislumbre, mesmo que difuso, das propostas que nos são apresentadas pelos arquitectos responsáveis pelo projecto. Todos os interessados devem tomar atenção. Olhar, VER, meditar sobre o assunto e, se for caso disso, apontar sugestões, notar defeitos, inventar virtudes, participar activamente no processo.

É importante que a Comunidade Educativa se comprometa com as obras anunciadas. Por uma questão básica de direito de cidadania mas também porque todos os olhares podem revelar-se cruciais na detecção e resolução de eventuais problemas com o projecto. Não interessam a ninguém as habituais vozes lamurientas, são importantes vozes que apresentem alternativas e proponham soluções viáveis.

Olhando para a maquete compreende-se que há que tomar muita atenção e constituir uma força de pressão capaz de influenciar o curso dos acontecimentos de forma positiva para os nossos interesses enquanto Comunidade Educativa. Não podemos sequer admitir a possibilidade de sermos "apenas outra obra". Não. Esta é a NOSSA obra.

E se, por um acaso do destino, a nossa participação for dada como dispensável, compete-nos encontrar os mecanismos necessários para a podermos impor. O resultado, pouco mais que lamentável, da recente intervenção "arquitectónica" na Escola sede do nosso agrupamento deve servir como alerta estridente para aquilo que aí vem.

O futuro que se vislumbra na vitrina não parece grande coisa. O cartão da maquete é fraquito e os acabamentos um bocadinho toscos. Terá sido feita à pressa ou por algum principiante? A realidade terá de ser bem melhor. Dependerá muito da nossa capacidade de mobilização e intervenção neste processo. Desta vez não há desculpas para ausências nem desistências.

RS

A Propósito de MULHERES

Gonçalo Cunha de Sá


Não é minha intenção escrever sobre este tema, mas sim, dar a conhecer a “vernissage” do livro MULHERES PORTUGUESAS, do fotógrafo Gonçalo Cunha de Sá, no passado dia 5 de Março, sexta-feira, na estação do Rossio, em Lisboa, pelas 19horas.
O livro, tal como o próprio título indica, aborda algumas Mulheres Portuguesas, dando destaque àquelas que se evidenciaram e evidenciam em diferentes áreas, tais como: cultura, artes, desporto, saúde, ciências, magistratura, música, moda, teatro, literatura, tauromaquia, exército, educação e outras.
Pelas folhas desfilam 100 personalidades femininas que, segundo o autor, “fazem Portugal”.
Com a apresentação e o lançamento desta obra, inaugurou-se também uma exposição fotográfica itinerante, que começa em Lisboa e partirá, num futuro próximo, para o Porto e Braga, regressando a Lisboa (Gare do Oriente), depois estará patente em Santa Apolónia, até finais de Maio; por fim rumará até Faro, sendo sempre “hospedada” em estações ferroviárias.
Mais palavras para quê?
Aproveite a oportunidade e desfrute de um ambiente diferente, em igualdade de géneros, só ou acompanhado(a), será sempre mais uma experiência enriquecedora.

Abafada durante tanto tempo e, ainda hoje, sincopada por senhores heróis que decidem os seus (delas) destinos, a voz das Mulheres aumenta de volume e Elas começam a deixar de ser os ténues vestígios das suas sombras!
Teresa Rafael