quarta-feira, 23 de dezembro de 2009
terça-feira, 22 de dezembro de 2009
Oficina de Leitura e Escrita
A Oficina da Leitura e Escrita é um dos projectos do Departamento de Línguas cujo conceito é “Aprender, fazendo” visando uma componente mais prática da aprendizagem para alunos com dificuldades na compreensão e expressão da Língua Portuguesa. Os professores desta oficina pretendem promover especialmente o “saber-fazer” para o desenvolvimento das competências da Leitura e da Escrita através da realização de pequenos projectos e actividades lúdicas, em que os alunos desenvolverão o gosto pela leitura e pela escrita, com a possibilidade de construírem a sua própria aprendizagem.
Os seus objectivos são:
. Reforçar as aprendizagens dos alunos com dificuldades, indicados para Apoio Pedagógico Acrescido pelo professor da disciplina.
. Desenvolver o gosto pela leitura e pela escrita como formas de expressão essenciais ao ser humano.
. Promover formas alternativas de expressão.
. Desenvolver, de forma lúdica, a leitura e a escrita, competências transversais do Ensino Básico.
. Desenvolver a capacidade de interpretação, expressão e criação.
. Colaborar com o jornal da escola JA''.
. Participar em actividades culturais promovidas pela escola.
A Coordenadora do Departamento de Línguas
Maria José Januário
sexta-feira, 18 de dezembro de 2009
Livros

quinta-feira, 17 de dezembro de 2009
Aos comentadores anónimos

O JA'' solicita a todos os comentadores anónimos que assumam as suas opiniões e passem a assinar os comentários que aqui vão deixando. Sejam positivos ou negativos.
Caso continuem a surgir comentários tão ordinários como o que foi apagado hoje (a maioria dos que estão a ler isto não sabem ao que me refiro e ainda bem) o JA'' ver-se-à obrigado a alterar o modo de gestão dos comentários.
quarta-feira, 16 de dezembro de 2009
terça-feira, 15 de dezembro de 2009
Estes dias sem fim

Vou sair para a rua e sentir as gotas da chuva a caírem sobre mim. A Mariana – que foi quem me comprou – vai finalmente poder saltar nas poças de água. Ela está feliz, eu estou feliz.
Foi há quase um ano que combinei com a Camélia (que, para quem não sabe, é a minha melhor amiga é uma gotinha que me faz imensa companhia) que nos encontraríamos naquele local àquela hora.
A Mariana acabou de acordar é só o tempo de ela se arranjar e já estamos lá fora!
Adoro esta sensação: as gotas de chuva a tocarem na minha cabeça – quase que me tiram o cheiro a mofo que adquiri durante o tempo que estive naquele maldito bengaleiro.
Não há crianças na rua, os escorregas e os baloiços estão molhados; não há pessoas na enorme e barulhenta esplanada da D. Rosa; os carros passam e molham tudo e todos à sua volta… Estamos num pleno dia de Inverno e eu adoro sentir-me assim!
A Mariana salta de poça em poça com as suas galochas rosa choque, e eu, mais uma vez, acompanho-a nas suas aventuras. Ambos sabemos que depois disto ela vai ficar doente, mas a alegria apodera-se de nós e hoje não existe nada que nos impeça de nos divertirmos.
Após duas horas de saltos e de gargalhadas caminhamos juntos em direcção à nossa casa. A Camélia não apareceu, contudo não estou surpreendido, e sei que um dia destes ela vai fazer-me (nos) uma visita.
Acabámos de chegar a casa e a Mariana espirra. Estamos encharcados em água. A mãe dela dá-lhe um ralhete e diz que vem aí uma constipação.
Depois do jantar, vamos para o quarto. A Mariana deita-se e eu fico a cuidar dela. Começamos a ouvir a chuva a bater na janela – ambos adoramos este som. Em breve, adormeceremos embalados com esta melodia natural que tanto nos encanta. Boa noite, dorme bem, Mariana.
Prémio Nobel da Medicina 2009

No passado dia 5 de Outubro foi atribuído a três investigadores norte-americanos o Nobel da Medicina pelo o seu trabalho desenvolvido na área da protecção dos cromossomas, envolvendo os telómeros. Elizabeth H. Blackburn, Carol W. Greider e Jack W. Szostak partilharam a honra e orgulho ao receber o galardão.
"Este ano, o prémio Nobel da Medicina foi atribuído aos três cientistas que descobriram a solução para um grande problema da biologia: como os cromossomas podem ser inteiramente copiados durante a divisão celular e como eles se protegem contra a degradação" foram estas as palavras da academia ao premiar os investigadores.
Os telómeros são estruturas constituídas por fileiras repetitivas de proteínas e DNA não codificante que formam as extremidades dos cromossomas. A sua principal função é manter a estabilidade estrutural do cromossoma. Os telómeros estão presentes principalmente em células eucarióticas,isto é, com núcleo individualizado.
Cada vez que acontece a divisão celular os telómeros encurtam, e visto que não se regeneram, atinge-se um ponto em que deixa de ser possível a replicação dos cromossomas (conhecido por limite de Hayflick, em honra do investigador que fez a descoberta) e a célula perde o poder de se dividir, portanto morre sem haver uma nova célula para a substituir. O comprimento dos telómeros irá também influenciar o número de vezes que a célula se pode dividir. Daí chamar-se aos telómeros relógios biológicos, pois são capazes de dizer a expectativa de vida de um ser humano pelo seu comprimento.
A telomerase é uma enzima que adiciona sequências repetidas de DNA aos telómeros, impedindo assim a degradação dos cromossomas.
Esta reparação é necessária devido ao chamado “end replication problem”. O fenómeno referido ocorre durante a replicação do DNA. As enzimas responsáveis pela replicação semi-conservativa apenas sintetizam DNA adicionando nucleótidos na direcção 5’→3’.A replicação do DNA ocorre devido a DNApolimerases e a RNA iniciadores. Nos cromossomas uma das cadeias é completamente copiada, enquanto outra não é totalmente copiada até ao fim. Uma pequena região da extremidade 3’ dessa cadeia é perdida.
A telomerase corrige essa perda. Esta enzima é uma transcriptase reversa, uma vez que sintetiza DNA por complementaridade em relação a uma cadeia de RNA que possui. Assim a telomerase é constituída por uma proteína (a TERT) e por uma molécula de RNA (chamada TERC).

Este complexo ribonucleoproteico adiciona a sequência TTAGGG repetidamente à ponta 3’ da cadeia. O TERC apresenta a sequência CAAUCCCAAUC. Assim a telomerase “encontra” a zona correcta do cromossoma utilizando o TERC e sintetiza DNA a partir desse molde. Desta forma os segmentos de material genético perdidos durante a mitose são substituídos.
Mas a telomerase não se encontra em concentrações idênticas em todas as células do corpo. A quantidade de telomerase é maior nas células sexuais, nos glóbulos brancos do sistema imunitário, nas células estaminais e nas células cancerígenas. As restantes células somáticas apresentam concentrações baixas dessa enzima.
Já sabemos que o comprimento dos telómeros influencia o número de vezes que as células se podem dividir. Se a telomerase impede o encurtamento dos telómeros, então as células onde esta está presente em quantidades consideráveis irão dividir-se quase ilimitadamente. Por outro lado as células com menos concentrações de telomerase irão eventualmente entrar em senescência, pois os telómeros dos cromossomas presentes no seu núcleo foram encurtados ao ponto de atingirem o limite de Hayflick.
Os investigadores galardoados abriram caminho para a cura de doenças fatais utilizando esta enzima. Esta investigação pode pôr um fim a doenças como o cancro no presente e no futuro até pode “rejuvenescer o nosso corpo”. Como é que isto é possível? Estudos clínicos confirmam que 90% dos tumores expressam telomerase, o que torna o diagnóstico muito mais fácil. Além disso já há avanços científicos que consistem em vacinas que inibem a acção da telomerase que, eventualmente, pode inibir a proliferação de células tumorais.
Quanto ao “rejuvenescer” o corpo, se os telómeros não ficam mais curtos, então as células não entram em senescência, aumentando a esperança de vida. Mas pensa-se que em troca de uma maior longevidade o preço a pagar será uma elevada probabilidade de ter cancro. Por isso ainda terá de ser feita muita pesquisa em relação a esta aplicação da telomerase.
Fontes:
http://pt.wikipedia.org/wiki/Telomerase
http://en.wikipedia.org/wiki/Telomerase
http://www.cienciahoje.pt/index.php?oid=35611&op=all
http://www.medicinageriatrica.com.br/2006/12/28/saude-geriatria/teorias-do-envelhecimento-celular/
http://en.wikipedia.org/wiki/Telomere
http://nobelprize.org/nobel_prizes/medicine/laureates/2009/
Ana Teresa
11º B
A propósito da comemoração dos 150 anos da publicação da obra “A origem das espécies”, de Charles Darwin…

Chimpanzés e seres humanos partilham 99 por cento do seu património genético.
Surpreendido(a)?
Em 2002, uma equipa de cientistas comparou a actividade dos genes, nomeadamente no cérebro, fígado e sangue de chimpanzés e humanos, estabelecendo que os tecidos de ambos eram muito semelhantes, mas que o cérebro humano apresentava cinco vezes mais actividade genética que o do macaco.
Os chimpanzés estão mais próximos dos humanos do que qualquer outro primata. Pensa-se que os dois deverão ter partilhado um parente ancestral há cerca de cinco a sete milhões de anos, apesar de não se saber muito bem qual terá sido o aspecto desse antigo primata comum.
A partir daí, os dois evoluíram separadamente e os humanos desenvolveram um cérebro de dimensão duas vezes superior à dos chimpanzés.
A comparação dos genomas do homem e do chimpanzé sugere que a fala humana resultou de uma divergência genética que afectou a audição, o que não aconteceu com o chimpanzé. Este estudo comparativo do património genético do homem e do chimpanzé, mostra que certos processos, como a audição e o olfacto, evoluíram mais rapidamente nos seres humanos, segundo trabalhos publicados pela revista Science em 2003.
Foi recentemente publicado um estudo na Proceedings of the National Academy of Sciences» e citado pelo «Science Daily» que tenta explicar porque é que um chimpanzé não é um humano, apesar da significativa partilha de genes entre ambos.
A diferença cognitiva entre um humano e um chimpanzé não está nos seus genes mas sim em como se servem deles. Na verdade, as espécies geram proteínas que funcionam de forma muito diferente e que contribuem para criar um cérebro mais activo e melhor interligado nos humanos.Já se sabia que os genes, por si só, não podem explicar as diferenças entre as duas espécies. Este estudo revela que as grandes diferenças na actividade genética dos seres humanos e dos chimpanzés, afectando aproximadamente 1000 genes, está ligada à acção de 90 factores de transcrição.
Os factores de transcrição são proteínas que se ligam a regiões específicas do DNA para promover ou reprimir a actividade de vários genes. Isso permite a determinados órgãos ou tecidos responder rapidamente a uma mudança ambiental ou a uma necessidade interna.
Foram feitas análises ao tecido extraído do cérebro de seis humanos e de cinco chimpanzés. Concluiu-se que os factores de transcrição são produzidos com os mesmos genes mas a sua aplicação é, de facto, diferente.
A acção destas proteínas agrupa-se em dois módulos.
A acção conjunta dos factores nos humanos faz com que ambos os módulos estejam mais activos nestes do que nos chimpanzés.
Os resultados podem explicar a origem molecular de diferenças cerebrais entre as duas espécies.
Fonte: http://www.cienciahoje.pt/index.php?oid=37790&op=all
Vê o vídeo:
http://www.youtube.com/watch?v=a8yqQcsZ0O8
Mais de 98% de nosso código genético é idêntico ao de um chimpanzé(nosso parente mais próximo). Esses menos de 2% é o que difere entre ficar explorar um cupinzeiro e explorar o universo. Na parte 1, 2 e 3 veja alguns testes mostrando as semelhanças e diferenças que temos com os símios, e comece a entender o que na verdade nos difere deles, teste como "memória", "bondade", "cooperação", "resolução de problemas","alto-reconhecimento" entre outros. Nas partes 4 e 5 entenda como provavelmente ocorreu essa separação, em que momento da historia isso deve ter ocorrido, o que mudou entre nossas características e o que levou a essas mudanças."Quem disse que precisamos crer que somos a imagem e semelhança de um criador cósmico para nos sentirmos especiais?"Wellton Araujo Pinto
Category: Science & Technology
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Novo blogue

Este blog é um dos produtos finais do nosso projecto, satisfazendo o objectivo de divulgar as pilhas electroquímicas, e simultaneamente dando uma maior clareza ao projecto. Assim, ao longo do ano lectivo serão expostas várias pilhas, sendo explicado o seu funcionamento, o procedimento da sua montagem e conclusões da nossa experiência da sua construção. No final do ano lectivo será exposta uma comparação das pilhas, com o intuito de responder à questão "Qual das pilhas electroquímicas de fácil construção é mais eficiente, tendo em conta a produção de energia eléctrica?".
O blog pode também funcionar como um meio de estudo para a disciplina de Química do 12º ano, visto que este tema faz parte do plano curricular de estudos, servindo para esclarecimento de dúvidas ou para, pura e simplesmente, satisfazer a curiosidade.




