sexta-feira, 21 de fevereiro de 2014
PERSPETIVAS SOBRE O CONVENTO DE MAFRA
quinta-feira, 18 de abril de 2013
Casa Fernando Pessoa
sexta-feira, 5 de abril de 2013
Field Trip to Porto
Visita de Estudo ao Porto
sábado, 2 de fevereiro de 2013
Porquê visitar o Palácio Nacional de Mafra?
sexta-feira, 27 de abril de 2012
Visita de Estudo ao Adventure Park do Jamor
Foi no dia 21 de Março que nós, alunos do 11ºE, fomos juntamente com as turmas do 9ºano, com o objetivo de desenvolvermos a nossa atividade física e os nossos conhecimentos de estratégia e de orientação, de forma a escolhermos o caminho mais adequado a seguir, num espaço com variados obstáculos que consiste numa passagem sequencial entre plataformas posicionadas nas copas das árvores. Esta atividade denomina-se por arborismo.
O arborismo é muito perigoso, atravessávamos pontes suspensas, utilizávamos cordas, redes, etc., para nos deslocarmos no ar. Mas não havia o que temer, pois estávamos presos por um arnês que permitia andar de árvore em árvore com toda a segurança.
quinta-feira, 1 de março de 2012
Visita à Arriba do Cristo Rei
No passado dia 16 de Fevereiro de 2012, a turma B do 10º ano, acompanhada pela professora de Biologia Isabel Cabaço e pelo professor de Educação Física Pedro Oliveira, realizou uma visita de estudo à Arriba do Cristo Rei. A visita guiada pelo Geólogo Mário Estevens da C. M. A. consistiu na descida desde a zona do Cristo Rei até uma praia em contacto com o Rio Tejo, onde se analisaram formações geológicas de Almada. Assim, foi possível adquirir novos conhecimentos sobre o nosso meio envolvente, aplicar conhecimentos adquiridos em aula durante o 1º período e, além disso, reforçar as relações inter-pessoais.
terça-feira, 7 de junho de 2011
De visita ao Parlamento

No passado dia 2 de Dezembro de 2010, as turmas do 11ºA, 11ºB e 11ºC realizaram uma visita de estudo à Assembleia da República, em Lisboa, no âmbito da disciplina de Filosofia, com os seguintes objectivos:
- · Consolidar conhecimentos sobre o capítulo “Argumentação, Filosofia e Retórica”
- · Motivar para uma cidadania activa.
Os estudantes assistiram a uma sessão do plenário durante a qual se debateu “a necessidade de aumentar o imposto (IRC) sobre as grandes empresas” que têm vindo a beneficiar da isenção de tributação dos dividendos que lhes são distribuídos, uma vez que algumas destas “fogem” fisco na altura das grandes transacções monetárias.
O Partido Comunista defendia que era necessária uma tributação extra antecipado dos dividendos das grandes empresas, no entanto, o Partido Socialista e o Partido Social Democrata estavam em desacordo com esta posição. Os deputados do PS e do PSD defendiam que as grandes empresas não necessitavam de pagar um imposto extra porque as políticas do IRC legisladas no Orçamento de Estado para 2011 previam já esse imposto extra antecipado sobre as empresas colectivas.
Durante a sessão do plenário os alunos puderam assistir a algumas das intervenções dos deputados dos vários partidos, nomeadamente, a de Honório Novo do PCP, a de Paulo Batista Santos e de Duarte Pacheco do PSD, e a de Manuel Seabra do PS. Nas intervenções foi possível observar a utilização de algumas das técnicas que tornam a argumentação persuasiva, especificamente, a apresentação do orador, os conteúdos específicos do seu discurso, o vocabulário utilizado no mesmo, a estrutura argumentativa dos discursos e também a recorrência a algumas falácias.
Eu tinha algumas expectativas quanto a esta visita de estudo, primeiro porque nunca tinha visitado o interior do edifício da Assembleia da República pelo que estava interessada em conhecer a sua estrutura e em segundo porque não são frequentes as ocasiões em que podemos observar com tão elevado grau de proximidade o decorrer de um verdadeiro debate.
Quanto ao primeiro aspecto admito ter ficado imensamente satisfeita, desde a arquitectura exterior até às pinturas interiores a Assembleia da República é um extraordinário edifício e está de acordo com as funções que representa e a sua importância no nosso país.
Quanto ao segundo aspecto fiquei um pouco desiludida devido à conduta dos deputados durante o debate, que nem sempre esteve de acordo com as normas de educação e com as condições necessárias para a ocorrência de uma correcta argumentação. Acontecia por vezes que alguns dos deputados durante as suas intervenções recorriam não à força das suas ideias mas a esquemas para desviar o auditório do assunto que estava ser discutido, através da apresentação não das razões que sustentavam a sua tese mas de informações que apesar de estarem ligadas ao assunto em questão não eram cruciais para o esclarecimento da tese defendida. Os oradores recorriam também a falácias Ad Hominem para invalidar os argumentos apresentados pelos outros partidos não chegando realmente a contestar as razões por eles apresentadas.
Em suma, penso que o discurso dos deputados não possibilitou a procura da verdade mais plausível ou a discussão de ideias, promovendo a correcção de erros, para que as conclusões a que se chegasse fossem as mais correctas e mais benéficas para a população. Na minha opinião, a sessão do plenário pareceu-se mais com uma competição entre os partidos para ver quem era o vencedor, não existindo qualquer cedência dos partidos nas ideias apresentadas, qualquer tentativa por parte de cada partido para tentar compreender ou avaliar as ideias apresentadas pelo partido oposto.
Penso que os aspectos mais conseguidos desta visita de estudo foram a organização entre as professoras responsáveis e a atitude dos alunos durante toda a visita, permitindo um clima de agradável convívio entre professores e alunos.
Acho que os objectivos desta visita foram atingidos plenamente não só porque os alunos tiveram a oportunidade de observar as várias técnicas de retórica nos discursos dos deputados mas também porque o ambiente do plenário, apesar dos defeitos que apontei anteriormente, despertou o meu interesse quanto ao tema que estava a ser discutido, tanto que, quando cheguei a casa conversei com os meus pais para que estes esclarecessem algumas dúvidas com que tinha ficado durante o debate e mesmo depois de ver as minhas dúvidas esclarecidas procurei saber mais sobre o assunto da necessidade de tributação das empresas colectivas.
Marta Herculano, 11ºA
quinta-feira, 19 de maio de 2011
Visita de Estudo a Coimbra
Depois de uma viagem de cerca de 3 horas, a chegada à cidade não poderia ter sido mais ansiada. Para nossa satisfação, tivemos de imediato contacto com animais, tendo cada aluno dado uma volta num magnífico cavalo branco.

Seguiu-se o diagnóstico da fase do ciclo reprodutor da égua, na qual o veterinário fez uma apalpação rectal e exame ginecológico. A partir de uma ecografia pôde observar-se o útero, bem como os ovários e o desenvolvimento folicular. Com o auxílio do aparelho computorizado que produz a imagem mediu-se o folículo mais desenvolvido, e concluiu-se se seria boa altura para realizar a inseminação.
Já com o cavalo, procedeu-se à recolha de sémen: primeiramente aproximou-se o mesmo da fêmea para ele ter contacto com as feromonas e, de seguida, foi colocado um tubo comprido que envolveu o pénis do mesmo, até ele ejacular e o sémen ficar retido no tubo. Os passos seguintes foram a recolha e observação do sémen ao microscópio, onde se observaram pequenos espermatozóides.
O último passo da observação da reprodução animal foi a inseminação artificial, já que se verificou que existia um folículo muito desenvolvido e quase a ser libertado do ovário da égua. O sémen previamente recolhido foi colocado numa seringa ligada a um cateter, procedendo-se, de seguida, à introdução do cateter no útero da égua e à transferência do sémen.
Aula sobre multiplicação vegetativa in vitro
Na segunda parte desta visita de estudo dirigimo-nos até ao edifício principal da escola, onde nos dividiram em dois turnos.
O engenheiro e professor da escola que nos deu a aula revelou-nos várias informações sobre o processo de multiplicação vegetativa que é usado para, a partir de uma pequena parte de uma planta, produzir milhões de plantas idênticas entre si e idênticas àquela que lhes deu origem. Foi-nos explicado que, para reproduzir assexuadamente a planta pretendida, é necessário um meio de cultura rico em nutrientes e de composição semi-sólida, produzido a partir da substância ágar-ágar.
Como nos foi esclarecido, esta técnica de produção de plantas in vitro pode ser divida em quatro fases distintas:
• Fase da multiplicação – Na qual um ápice merismático é retirado da axila de uma ramificação e, depois de separado do primórdio folicular e das escamas, é colocado em meio de cultura, onde se multiplica e se consegue obter um número considerável de futuras plantas.
• Fase de enraizamento – Consiste na transposição das plântulas para um meio de cultura rico em carvão activo, que induz a formação de raízes.
• Fase de desenvolvimento da parte aérea – Nesta fase volta-se a transpor a futura planta para outro meio de cultura, este no qual estão disponíveis as características necessárias ao desenvolvimento das folhas e do caule do organismo.
• Fase de aclimatação - Consiste em colocar as novas plântulas em diferentes estádios de adaptação, começando por coloca-las numa estufa com um alto nível de humidade cerca de 99,9% e sucessivamente baixando esse nível até as plântulas chegarem ao solo, no campo.

Passeio pela cidade de Coimbra
Saímos da escola novamente de autocarro em direcção à universidade de Coimbra, onde demos um passeio e tirámos algumas fotografias de recordação. De seguida descemos toda a cidade em direcção ao rio, sendo que, devido ao calor, parámos numa esplanada para nos refrescarmos com gelados e refrigerantes.
Enquanto alguns se refastelavam na sombra da esplanada, outros preferiram ir à descoberta, e acabámos por entrar na Igreja de Santa Cruz. Assim, pudemos observar o túmulo de D. Afonso Henriques e de D. Sancho I, para além de lindíssimos painéis de azulejos tipicamente portugueses.
Estava quase na hora de regressar para Almada quando descobrimos perto do rio uma pequena pastelaria que vendia pastéis de tentugal, uma especialidade local. Não resistimos.
Chegadas as 16:40h e depois de um dia muito preenchido, tivemos de embarcar.
Diogo Mesquita
12ºA
segunda-feira, 4 de abril de 2011
Visita de estudo ao CEVDI
Apresentação sobre vectores Carraças
• Apenas as fêmeas fazem refeições de sangue; quinta-feira, 24 de fevereiro de 2011
Fomos ao Teatro e… queremos mais!

Aos Professores foi facultada, pela instituição supra citada, um conjunto de informação e enquadramentos que enriquecem os conhecimentos sobre a peça, o autor, a época de então, artigos críticos, além de “prolongar a experiência da simples assistência ao espectáculo”.
Como estamos a iniciar o estudo do texto dramático e esta obra é recomendada para o 8ºano, não poderíamos ficar indiferentes à amabilidade demonstrada( digna de louvor, diga-se em abono da verdade), uma vez que corresponde a um desejo da comunidade escolar.
Assim, depois da mobilização e organização necessárias, no dia 22 de Fevereiro, a partir das 16 horas, tivemos a oportunidade de assistir à arte de representação da peça e, também, a conhecer um pouco mais do que está para além dos actores e do espaço físico onde tudo se desenrolou.
Garrett soube despertar o interesse dos espectadores.
Deixamos uma palavra de agradecimento e apreço a todos os que tornaram possível esta ida ao teatro.
Eveline Monteiro
Jorge Carvalho
Teresa Rafael
sexta-feira, 4 de fevereiro de 2011
Casa Fernando Pessoa

Inaugurada em 1993, a Casa Fernando Pessoa encontra-se dividida em várias partes: um auditório, um jardim, salas de exposição, uma biblioteca e uma parte do espólio do poeta.
Na primeira parte da visita, um dos guias falou-nos um pouco sobre esta divisão, nomeadamente acerca da biblioteca, que se encontra aberta ao público no piso inferior do edifício, e da sua composição. Esta encontra-se organizada em três núcleos essenciais: a biblioteca particular do poeta, a biblioteca pessoana activa e passiva e um fundo de poesia portuguesa e estrangeira.
Posteriormente, fomos guiados ao último quarto em que o poeta viveu e aí pudemos ver alguns dos seus objectos pessoais, como, por exemplo, a sua máquina de escrever e a cómoda sobre a qual escreveu três dos seus maiores poemas: O Guardador de Rebanhos, de Alberto Caeiro, A Chuva Oblíqua, de Fernando Pessoa, e a Ode Triunfal, de Álvaro de Campos.
Na segunda e última parte, assistimos a uma palestra onde nos foram apresentadas algumas informações relativas à vida de Fernando Pessoa: onde e quando nasceu, as suas habilitações literárias, as funções que desempenhou, as obras que publicou, o tipo de relações que mantinha com as pessoas, entre outros aspectos. Nesta apresentação, houve também a participação de alguns alunos, que leram alguns textos do poeta ou artigos sobre ele.
O aspecto mais benéfico desta visita foi o conhecimento de alguns aspectos da vida pessoal do poeta que são menos divulgados. Algumas das obras escritas por Fernando Pessoa podem ser compreendidas à luz destas informações, uma vez que a sua vida quotidiana se reflectia nos textos que nos deixou.
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